sexta-feira, 30 de abril de 2010

Li esse artigo no site do Pr ricardo Godim: Achei interessantíssimo, e é a pura verdade.

Eventos evangélicos que dão apoplexia ( me tiram os movimentos, me deixa imóvel)

Menino prodígio pregando, fantasiado de pastor. (Tenho vontade de esganar os pais, os líderes que deixam esse tipo de excrescência e a multidão imbecilizada que ainda consegue dar glória a Deus).



Marcha para Jesus em São Paulo. (Sei que esse “carnaval-gospel-fora-de-hora” acontece em outras cidades, mas nenhum consegue ser tão ruim).



Pastor entrevistando demônio. (Além de considerar desprezível o que um demônio tenha para dizer, acho esse tipo de coisa uma violência contra a dignidade humana).



Evangelista empetecado prometendo prosperidade. (Tais mercadejadores da esperança povoarão a esfera mais baixa do mundo subterrâneo de Dante).



Profecia em programa de rádio. (O pastor chuta afirmando que algum motorista está triste e que Deus mandou aquele recado; pateticamente acerta todas).



Conferência missionária que atrela a miséria da Africa à idolatria. (As veias do meu pescoço incham quando ouço alguém dizer que os Estados Unidos ficaram ricos porque são “uma nação cristã”).



Testemunho de cura divina em cruzada evangelística (Que tristeza ouvir velhinha contar que foi curada de caroço, dor nas pernas e da coluna! Os que têm o dom de cura devem dar plantão na Ala dos Indigentes do Hospital do Câncer ou em ClInica de Hemodiálise).



Sermão entrecortado com língua estranha (Será que as platéias não percebem o exibicionismo?).



Político se convertendo em ano eleitoral (Que mico; nojo se mistura com vergonha!)

O que são os valores do Reino de Deus?

  1. Não são a promoção da cobiça, avareza, ganância.
  2. Não são a solução miraculosa dos problemas da vida.
  3. Não são a capacidade de canalizar o poder de Deus para tornar a existência menos rude.
  4. Não são a ideia de que Deus tem preferidos, seus eleitos, que merecem o céu enquanto o resto já nasce debaixo de maldição.
  5. Não são a legitimação de instituições que se arvoram suas representantes únicas na terra.
  6. Não são o lado positivo do que se considera "mundo”.
  7. Não são uma doutrina, catecismo ou documento confessional.
  8. Não são a proposta de tornar uma nação monocultural.
  9. Não são uma ideologia.
  10. Não são a negação da fragilidade humana.
  11. Não são a cristalização de sistemas opressores.
  12. Não são ufanismos milenaristas.